terça-feira, 23 de maio de 2017

O QUE É DESLIGAMENTO EMOCIONAL?


Desligamento não significa deixar de amar, significa que não posso fazer pelo outro aquilo que ele precisa fazer.

Desligamento não é cortar a comunicação, é admitir que não posso controlar outra pessoa.

Desligamento não é facilitação, mas deixar que haja aprendizado através das conseqüências naturais.

Desligamento é admitir impotência, o que significa que a solução não está nas minhas mãos.

Desligamento não é tentar mudar ou culpar o outro, é fazer o melhor para mim mesmo.

Desligamento não é cuidar do outro, mas sim importar-se com o outro.

Desligamento não é consertar, mas dar apoio.

Desligamento não é julgar, mas permitir que o outro seja um ser humano.

Desligamento não é ficar no meio, controlando os resultados, mas deixar que os outros influam nos seus próprios destinos.

Desligamento não é ser protetor, é permitir que o outro encare a realidade.

Desligamento não é negar, mas aceitar.

Desligamento não é azucrinar, rejeitar ou discutir, mas descobrir as próprias limitações e corrigi-las.

Desligamento não é ajeitar tudo de acordo com os próprios desejos, mas viver cada dia que vier e si mesmo (a) nesse dia.

Desligamento não é se arrepender do passado, mas crescer e viver o presente.

Desligar-se é temer menos e amar mais. 

Autor desconhecido




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Falando sobre limites




Quando penso sobre limites ou converso sobre esse assunto com pais ou famílias em meu consultório, sempre me vem a imagem das águas de um rio. O que seria delas sem suas margens em todo seu percurso? Quando em excesso pela ação da chuva, essas mesmas águas causam inundações e danos ao homem, por não terem o que lhes dê um limite.

Por outro lado, a água represada e devidamente canalizada gera energia, é útil ao ser humano. Assim, também acontece conosco.

Sendo assim, a ausência, excesso ou rigidez de limites não ajudam. A criança precisa de parâmetros. A criança não deve se sentir culpada pelos seus atos, mas responsável por estes.


Mas, o que é dar limites?

De um modo didático, mas sem qualquer intenção de oferecer uma receita de bolo, pode-se dizer que dar limites: 

· É uma maneira de dar segurança à criança e mostrar que você se importa com ela.

· É ensinar que existem outras pessoas no mundo e os direitos de uma pessoa acabam onde começam os direitos dos outros. 

· Dizer sim, sempre que possível e, não, sempre que necessário. Dizer não quando necessário é uma forma de mostrar às crianças que nem tudo é possível, e que a vida é assim, cheia de nãos pela frente. 

· Mostrar que não podemos crescer, achando que todos no mundo têm que satisfazer nossos mínimos desejos. Isso é preparar a criança para lidar com questões muito importantes nas relações interpessoais.

· Antes de dar e pedir limites, os pais devem ,principalmente, ter e saber dar limites a si mesmos. Não se consegue educar sem coerência, persistência e tolerância.











quarta-feira, 17 de maio de 2017



“E se tudo der errado? E se toda espera não valer a pena? E se mesmo mudando a trilha eu quiser voltar para a antiga? E se esquecer for um erro? E se todo o apoio dado tiver sido em vão? E se a paciência e a perseverança não serviram em nada? E se o acreditar no verdadeiro tiver sido inútil? E se o arrependimento não vier? E se o fim já estiver escrito e a ilusão dominar? E se for apenas confusão e a impaciência vencer? E se tiver sido falso? E se tiver sido confuso? E se tiver sido enganador? E se tiver sido verdadeiro? E se tiver sido misericordioso? E se tiver sido só empolgação? E se estiver sendo resistente? E se estiver sendo testado? E se for uma surpresa? E se for incapaz? E se na verdade nunca tiver existido? E se...?”
By Glauco Artagoitia


Muitas vezes nos perdemos nessa pequena questão “e se?” e nos esquecemos de quem somos e qual nosso objetivo real. Ficamos presos a uma possibilidade e nos esquecemos de agir... de acreditar... de aceitar a vida como ela é.

Aproveitem cada minuto com o que Deus nos dá todos os dias. 

A vida!


terça-feira, 9 de maio de 2017

QUANDO PROCURAR UM PSICÓLOGO


 SITUAÇÕES E QUEIXAS


 Abaixo listo algumas situações e queixas que podem levar uma pessoa a procurar um psicólogo.


Abstinência de drogas
Abuso de drogas
Abuso sexual angustia
Adaptação escolar
Adoção
Afetividade
Agitação psicomotora
Agorafobia
Alcoolismo
Alteração da personalidade
Alteração do comportamento
Alzheimer
Amnésia
Anorexia
Ansiedade
Auto-estima (auto imagem)
Automutilação
Aversão sexual
Bruxismo
Bulimia nervosa
Capacidade de enfrentamento
Casamento precoce
Choque cultural
Choro frequente
Ciúmes
Cleptomania (roubo patológico)
Complexo de inferioridade
Comportamento antissocial
Comportamento sexual compulsivo
Compulsão
Conflitos sociais
Déficit de atenção
Déficit de habilidade social
Dependência química
Depressão
Desatenção
Doença psicossomática (transtorno psicológico desencadeando uma doença no corpo) 
Enorese / ecoprese
Esgotamento
Estresse
Estressores sociais
Exibicionismo
Fobia
Frigidez feminina
Frustração
Fuga de ideias
Hiperatividade
Hipocondria
Histerismo
Imagem corporal
Impotência
Impulsividade
Insegurança
Irritação
Limites
Luto morte
Masoquismo
Medo exagerado
Mentiras
Narcisismo
Negação
Neurose
Obesidade
Obsessão
Orientação profissional
Pânico
Paranoia
Pensamentos suicidas
Perversão sexual
Pessimismo
Problema de aprendizagem
Problema familiar
Raiva
Regressão
Sentimento de culpa
Separação dos pais
Sexualidade
Timidez
Tique nervoso
TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo
Transtorno alimentares (anorexia, bulimia, compulsão alimentar).
Transtorno Bipolar
Transtorno de conduta
Transtorno de personalidade
Transtorno do Sono (insônia, agitação, cansaço, etc.)

Trauma

terça-feira, 28 de março de 2017

Como ajudar os filhos nos estudos?



Se toda a família participar da educação do filho, apreciando, elogiando seu crescimento ajudará a fazer com que a aprendizagem aconteça de forma significativa, fazendo uma grande diferença na vida dele.

Quando você pensamos em nossos filhos muitos sonhos, alegrias e expectativas vêm a nossa mente. Principalmente o desejo que o futuro dele seja brilhante e que possa enfrentar e vencer os desafios da vida e que viva plenamente feliz.

Pensando nisso ai vão algumas sugestões para ajudar seu filho nos estudos. 

* Estabeleça hábitos diários de estudo;
* Elogie sempre;
* Dê exemplos com simples atitudes, ler para ele, mostrar que estudar em família pode ser divertido; 
* Ler um livro ou jornal ao lado dele;
* Estimular a pesquisar e a procurar pelas respostas por conta própria;
* Procure conhecer as dificuldades dele mantendo o diálogo e afeto, buscando soluções o mais rápido possível;
* Participe das reuniões, eventos e encontros que a escola proporcionar;
* E principalmente respeite o ritmo do seu filho. 

É simples não? Mesmo com a vida agitada e corrida podemos dedicar um tempinho ao bem mais precioso de nossas vidas!



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

ALCOOLISMO


Embriague-se nestas informações! 



Desde criança recebemos diversas informações sobre o alcoolismo.
Começamos a aprender que o “bêbado” é uma pessoa perigosa, que não é uma
pessoa responsável, que bebe até perder a consciência, que vive na sarjeta, que
transforma-se em mendigo e que sempre perde o emprego por trabalhar bêbado.

Com toda essa carga negativa quem em sã consciência poderia admitir que é alcoólatra?

Lembramos que o alcoolismo é uma doença progressiva que atinge qualquer um:
jovem ou velho, rico ou pobre, negro ou branco e, portanto, não é uma falta de caráter.

Não importa quanto tempo tenha bebido ou o que você bebeu e sim o que a bebida
faz ou o que acontece quando você bebe.

É difícil para o indivíduo entrar em contato com a realidade da dependência,
isso porque existem “mecanismos de defesa” que o impedem de entrar em contato
com determinados sentimentos (medo, raiva, ressentimento, rejeição).

Torna-se mais fácil apontar o problema no outro. Portanto, o vizinho é quem é o bêbado,
que não presta, que é alcoólatra, sendo esta atitude um “mecanismo de defesa”.

As características da personalidade de um indivíduo são diferentes de um para outro,
porém, assim como o consumo de bebida alcoólica podem variar em maior ou menor grau,
apresentando-se como: desleixo, desconfiança, auto-suficiência, arrogância, prepotência,
não aceitação dos outros e de si mesmo, além da dificuldade em manifestar afeto,
carinho, entendimento do que lhe é dito e segurança.

Sendo assim, o indivíduo não bebe porque é desajustado, mas torna-se desajustado
porque bebe.

O importante é acabar com a mentira de que se bebe por determinado motivo
ou que se pode parar de beber na hora que quiser.

Fique atento: se você responder sim a qualquer das perguntas abaixo, talvez seja
hora de olhar seriamente ao que a bebida está lhe fazendo.

1. Você bebe por que tem “grilos” ou para enfrentar certas situações?

2. Você bebe quando está aborrecido com outras pessoas (esposa, namorada (o),
filhos, amigo (a) ou chefe)?

3. Você prefere beber sozinho ao invés de acompanhado?

4. Está enfrentando problemas na escola ou no trabalho por causa da bebida?

5. Você já tentou parar de beber ou beber menos? E conseguiu?

6. Você está acostumado a beber antes do trabalho ou escola?

7. Você tem alguma perda de memória enquanto bebe ou depois?

8. Você esconde dos outros o quanto realmente bebe?

9. Você já se complicou porque estava bebendo ou porque bebeu?

10. Você já ficou bêbado, mesmo sem querer ficar?

11. Você acha que é “legal” beber bem?


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A LENDA A FÊNIX




A Phoenix, Fênix ou Phoinix (grego) é a lendária ave que ateia fogo em si mesma quando descobre que está para morrer.  Ela povoou o imaginário mitológico das antigas civilizações egípcia e grega.

A lenda diz que a primeira Phoenix surgiu de uma centelha que o deus Ra soprou sobre a face da Terra, representando o Fogo Sagrado da Criação.  Segundo a lenda, seu habitat é entre os desertos da Arábia, entre as ervas e temperos aromáticos.

Ela vive por volta de 500 anos e após esse período procura uma árvore solitária e, no alto de sua copa, faz seu ninho com canela, olíbano (uma espécie de goma-resina, encontrado na África e na Índia, especiaria muito utilizada na Antiguidade para se fazer incenso) e mirra (espécie de arbusto encontrado em regiões desérticas, especialmente na África e no Oriente Médio).

Ela, então, ateia-se fogo e de suas cinzas surge um pequeno ovo vermelho de onde nasce outra Phoenix, mais forte e mais bonita.  Ela representa a imortalidade do ser, o poder de mudança, de consciência de si mesmo.  Pode ser vista, também, como um modelo de perfeição ou de beleza absoluta.

Na mitologia oriental também existe uma Phoenix que simboliza a felicidade, a virtude e a inteligência.  E sua plumagem é feita das sete cores sagradas para os orientais: as cores do arco-íris.

Sejamos, então, como a Phoenix. Que tenhamos o entendimento necessário para aprender com cada dificuldade e que, assim, renasçamos cada vez mais fortes depois de cada problema, cada fase difícil e de cada obstáculo ultrapassado.

Fonte: www.gamedesire.com



Luciana Maria Alves